Olhe a menina, que, sem temer, grita...
Sem sofrer, aprende... Aprende com aquele ato, cometido sem raciocínio.
Olhe, é aquela menina, cujo sorriso hipnótico ainda habita o rosto, todavia, a ingenuidade já foi enterrada.
Olhe, é ela! Ela que dizimou a fraqueza e abalou as inseguranças...
Ela, que aprendeu a amar, e, tampouco, tem medo de fazê-lo...
Olhe, é a menina, que abraça a alegria, e, sem deslocar os olhos do Sol, perdoa o mal.
É ela, tão pequenina pra quem não enxerga... Mas, sua grandeza cega os olhos límpidos...
Olhe! É a menina! Que, na escola, fez asas de papel...
É ela! Aquela, que agora habita o céu com seus sonhos empinados numa pipa colorida, como os canários que a acompanham...
Olhe! É ela! Que fez dos sonhos, uma reta, traçada, sem choro e nem vela, do berço à bengala, para ser sguida com fé, e nunca, abalada.
Olhe! É a menina!
Menina?!
Mulher.
Mulher forte, peito duro, voz cativante, andar confiante, mente brilhante, sorriso sonhador, coração apaixonante, olhar encantador- sempre para o horizonte-, lábios carnudos, que beijam agora a fronte das utopias que alcançou.
Sem sofrer, aprende... Aprende com aquele ato, cometido sem raciocínio.
Olhe, é aquela menina, cujo sorriso hipnótico ainda habita o rosto, todavia, a ingenuidade já foi enterrada.
Olhe, é ela! Ela que dizimou a fraqueza e abalou as inseguranças...
Ela, que aprendeu a amar, e, tampouco, tem medo de fazê-lo...
Olhe, é a menina, que abraça a alegria, e, sem deslocar os olhos do Sol, perdoa o mal.
É ela, tão pequenina pra quem não enxerga... Mas, sua grandeza cega os olhos límpidos...
Olhe! É a menina! Que, na escola, fez asas de papel...
É ela! Aquela, que agora habita o céu com seus sonhos empinados numa pipa colorida, como os canários que a acompanham...
Olhe! É ela! Que fez dos sonhos, uma reta, traçada, sem choro e nem vela, do berço à bengala, para ser sguida com fé, e nunca, abalada.
Olhe! É a menina!
Menina?!
Mulher.
Mulher forte, peito duro, voz cativante, andar confiante, mente brilhante, sorriso sonhador, coração apaixonante, olhar encantador- sempre para o horizonte-, lábios carnudos, que beijam agora a fronte das utopias que alcançou.
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