terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

PS

O sol hoje nasceu com raios de papel
Papel do meu caderno, azul da cor do céu
o céu está bonito,sem interrogações
tudo ficou tão claro, com o calor dos corações

As coisas esquisitas,que eu vejo por aí
não me levam a surpresas, pois isso, compreendi
E os casais que tem, a rua,Me lembram o que senti
E o vento, que tem a Lua, ó, também tem a mim.

O inconstante vento que me leva a ter dúvidas
Me levanta desse chão, me liberta das calúnias
A voz dos que me acolhem nessa vida e sensação
Me levam a crer que o amor é a razão

É a razão que leva a alguns
Algum vestígio de fé
Que o mundo poderá ser
Como nunca foi, e é

Basta enxergar, meu grande amigo
É só sair desse casulo, chamado realidade
Vai soar piegas, mas o que digo é a verdade
Se torne uma borboleta, ou seu túmulo será esta árvore.

A verdade não é feia
Você é cego
Seu egoísta, pessimista
Não se encha com seu ego

A vida é dura, mas não construa essa dureza
em torno de seus sonhos, pois eu sei -você nega- mas os tem.


PS: Era pra ser assim: cabeça firme, coração sensível.
Mas as pessoas geralmente têm miolo mole e coração de pedra.
Hein?!

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